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Sala de sol

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Sala de sol

Mensagem por The Horcrux em Qui 12 Fev 2015, 08:10



Sala de sol


The Horcrux
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Re: Sala de sol

Mensagem por Ellye von Stoichkov em Qui 28 Maio 2015, 23:05

Casa!


As coisas estavam de mal a pior, a criatividade o bom humor de Abbigaellye estavam totalmente descontrolados e estranhos, não conseguia ficar um segundo perto de alguém sem gritar ou coisa do tipo, e naquela manhã preferiu ficar em casa, fazia dois meses que seu marido havia saído de casa e dois meses desde que sua vida tinha mudado por completo, e naquela manhã quando tudo parecia que já tinha dado errado eis que a marca em suas costas começa a queimar como uma brasa sendo fixada em sua pele a dor era suportável, só que incomodava muito. Sua família não sabia de nada, e Ellye nem pretendia contar, seu irmão certinho provavelmente a mataria e já Galadriel, Ellye não sabia qual reação esperar, já que ela era uma mulher fria possivelmente sua irmã apoiaria a decisão de Ellye, apesar dos três irmãos raramente se cruzarem eles compartilhavam um pouco de suas vidas e se amavam muito. A casa estava completamente vazia devido ao período escolar, mas logo haveria alegria na casa, meus sobrinhos estariam correndo por ali, não eram mais crianças já estavam todos em sua fase de adolescência, e como era uma tia babona adorava estar com eles e já que ficaria ali provisoriamente até arrumar um lugar menor para ficar, curtiria ao máximo os seus sobrinhos. Iria marcar alguns programas para todos fazerem juntos a fim de evitar o tedio das férias, talvez marcaria até uma viagem para eles se divertirem, enquanto isso o máximo que podia fazer era passar pelos arredores da Mansão de sua família, saiu dali em direção ao lago.





Ellye von Stoichkov
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Varinha : Espinheiro-Negro, fibra de coração de dragão, 38 cm, rígida.


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Re: Sala de sol

Mensagem por Convidado em Dom 30 Ago 2015, 02:38

856
WORDS
Another storm to fight
Is this just a wicked game, will it wash with the next rain? Can't give in, I can't give up, I'm tryin' hard it's not enough throw myself to the unknown


Não estava fácil para Mikaela, que desde a guerra estava mais abandonada do que nunca. As pessoas simplesmente decidiram sumir de sua vida, simples assim. Ela não sabia se fora por seu posicionamento na batalha ou se fora alguma coisa que ocorrera com todos os familiares ao mesmo tempo, ocasionando os sumiços, mas o que quer que fosse havia deixado a casa inteira praticamente só para ela. Ainda haviam os elfos, o da casa e o da própria, mas não era a mesma coisa. Para piorar, estava de férias. Quem é que quer passar meses sozinha em casa? Claro, no início fora o céu. Não haviam pessoas para encher o saco dizendo que ela não podia andar nua pela casa – que abusados! – ou que a música estava alta demais, que ela não podia deixar roupas atiradas por aí, que isso ou que aquilo estava errado. “Mikaela, não faça isso” estava definitivamente apagado das sentenças do seu dia a dia. Acontece que chega um momento em que você cansa de viver na plenitude da liberdade. A vida é bem mais divertida quando você quebra regras, mas quando elas simplesmente existem e ninguém as reforça uma vez a cada semana, por exemplo, elas se tornam apenas banalidades e cumpri-las ou não é mera bobagem. Fora que, para quem foi criada em uma família enorme, acostumada com uma comunal abarrotada de verdes e prateados, vagar sozinha em uma casa de quatro andares enormes é muito perturbador. Quando não estava bebendo no bar da casa, dançando pelos cômodos ou berrando com os pobres elfos, estava se lamentando por Ellen e por Maureen.

Já havia passado por quase todos os quartos. Vomitara no de Sáskis, bagunçara a estante de livros de Sawyer, queimara algumas vestes de Chace, dormira na cama gostosa de Maureen como fazia quando era criança. Respeitara o quarto de Galadriel porque tinha amor à vida, fora que a tia sempre fora gentil com ela. Até encontrara algumas calcinhas suas no guarda roupas de Kairos, nada que não fosse de se esperar. Mas de fato já havia gastado os “cartuxos” e as opções ficaram cada vez mais escassas. Optou por levantar da cama e, seminua mesmo, dançar pela sala de sol. Nada como bronzear a pele enquanto se diverte, não é mesmo? – Elfo maldito, elfo maldito, lá lá lá lá. – Cantarolou, deixando o quarto da irmã. – ELFO, VENHA AQUI AGORA! EEEEEEEEEELFO! VOCÊ NÃO ESTÁ ME OUVINDO, ELFO? – O criado apareceu, aflito. Antes que pudesse falar, Mikaela ergueu a mão como quem pede para que cale a boca. – Você foi escravizado pra quê, saco de lixo? Pra me obedecer, até onde eu lembre. Me desobedeça de novo e eu vou te ensinar com quantas cobras se monta um covil! – Franziu o cenho, fazendo um bico com os lábios em demonstração de sua insatisfação. – Nenhuma notícia da Avalon ainda? – Questionou, esperançosa. Ainda não havia visto a nova “mãe” e ansiava por isso. Aquela família de esquisitos – menos Avalon, que era uma deusa declarada – era uma de suas únicas opções dali por diante, e talvez a mais promissora. Fechou os olhos por um momento, tendo um pequeno flashback.


Maureen e Mikaela estavam sentadas no colo do pai, que lia algo sobre ataques em Azkaban. As duas crianças se olharam, curiosas. “Papai” Mika chamou, fazendo Chace desviar seus olhos das páginas para lhe dar atenção. “O que são comen-comensais?” questionou. Chace explicara, naquela tarde, sobre os bruxos bons e os bruxos que se esgueiraram da luz. De tudo, o que marcara fora a frase que o pai havia copiado de outro bruxo já falecido. “E depois o mundo não se divide em gente boa e comensais da morte. Todos temos luz e trevas dentro de nós, o que importa é o lado que decidimos agir. Isso é o que realmente somos.”


Quando abriu os olhos, o elfo ainda estava em sua frente com uma careta temerosa. – Prepare um suco de hortelã, maracujá, couve, brócolis, gergelim e limão. Ah, e uma sopa de abóbora. Estou de ressaca. – O elfo assentiu, deixando-a sozinha. Mikaela tirou o kimono e o deixou cair no chão, ficando apenas de calcinha e sutiã. Balançou os ombros, prendeu os cabelos e desceu até o primeiro andar, indo direto a sala de sol. No canto da mesma havia um toca discos e ao seu lado, uma pilha deles. A menina escolheu um dos discos cujas canções eram mais animadas e os colocou para tocar no máximo de volume que o aparelho conseguia reproduzir a melodia. Uma batida de baterias, guitarras elétricas e instrumentos estridentes começou a tomar o ambiente, fazendo a garota saltitar de um lado para o outro. Pulou de sofá em sofá, dançou enrolada nas cortinas, subiu na mesa de centro. Com um castiçal que achara pendurado, imitou um microfone, cantando completamente desafinada enquanto jogava os cabelos para frente e para trás. Balançava o corpo em uma mistura de sensualidade e meu-zeus-alguém-para-essa-menina, mas o importante é que estava se divertindo. Conseguia cantar uma palavra a cada dez, mas não desanimava. Uma macaca não pularia tanto quanto ela naquele momento, que pulou para fora da casa, saindo dali.

#Mikabolada #finalizado
little dove

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Re: Sala de sol

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